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Conheça 3 benefícios da mobilidade para a preservação dos ambientes marinhos

Tecnologias móveis associadas à coleta de dados contribuem para o estudo e a preservação dos ambientes marinhos.

A saúde dos oceanos é um tema relevante e merece a atenção da população, não apenas pela proteção dos ambientes marinhos, mas também pela conservação da vida de todo o planeta. Afinal, a existência de um, só se dá em função do outro.

Para melhor entender essa equação, vamos aos fatos: os oceanos geram a maior parte do oxigênio que respiramos, eles regulam o nosso clima, são provedores de alimento e de uma farmacopeia de medicamentos.

Não é à toa que o bem-estar da humanidade esteja tão intimamente ligado à saúde deste habitat.

Apesar de ainda haver muito a se fazer, diversas iniciativas têm contribuído para aperfeiçoar os trabalhos de conservação dos oceanos. Muitas delas encorajadas pela alta tecnologia e a realização de pesquisas científicas.

Como resultado, dados e informações são gerados sobre o comportamento das mais variadas espécies que compõem os ambientes marinhos. Contribuindo para o entendimento, mapeamento e preservação da sua existência.

As tecnologias móveis são parte da missão para salvar os ambientes marinhos

A combinação de tecnologia, educação e pesquisa tem sido decisiva e forte incentivadora para os avanços na preservação da vida marinha.

Biólogos marinhos e outros profissionais, que se dedicam a estes estudos, têm nestas ferramentas recursos importantes para melhorar a ciência e otimizar os trabalhos realizados em suas expedições.

Combinadas a outros equipamentos, as tecnologias móveis podem gerar um contingente infinito de informações sobre os animais e os oceanos, de forma muito rápida e precisa.

Com elas é possível entender as dinâmicas populacionais, ter informações sobre os habitats preferidos, fluxos migratórios, mortalidade, parâmetros reprodutivos e muitas outras questões. Todas elas, informações de extrema relevância para se ter um conhecimento mais claro do status de cada espécie.


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Para além da coleta de dados: novas e melhores formas de estudar se tornam possíveis

Além de contribuir com o mapeamento e a preservação dos ambientes marinhos, as tecnologias móveis, otimizam a coleta de dados, gerando novas e melhores formas de estudo destes habitats.

Alguns métodos, ainda muito usados hoje em dia, são invasivos e interferem na rotina natural dos animais marinhos, para que informações sobre eles possam ser coletadas.

Entretanto, com o advento cada vez maior das tecnologias móveis, uma nova e não invasiva forma de estudar se torna possível.

Os dispositivos, instalados em drones por exemplo, enviam imagens e dados coletados para os pesquisadores, munidos de computadores, em navios posicionados a uma distância confortável dos animais marinhos.

Estes recursos ajudam pesquisadores a evitar as desvantagens dos métodos invasivos, que muitas vezes causam uma experiência estressante aos animais e alteram os dados em si.

Além disso, trazem também como benefício maior comodidade e precisão ao trabalho dos pesquisadores, que podem a distância, fazer suas análises, ancorados em métodos e instrumentos complementares.

Outro grande diferencial está na possibilidade de realizar o download dos dados. Em alto mar, antes do advento das plataformas web, essa era uma das maiores dificuldades.

As novas tecnologias digitais, não só permitiram o download, como também criaram a possibilidade para que pesquisadores possam acessar dados em tempo real, sem a necessidade de cabos ou equipamentos específicos.

Com isso, os animais podem ser estudados enquanto ainda estão por perto, permitindo respostas mais ágeis à favor destes eventos.

Automatizar processos se torna essencial para qualificar pesquisas e otimizar os estudos

Com tantos benefícios, ignorar o potencial das tecnologias móveis para a coleta de dados em ambientes marinhos, já não é mais possível.

Elas chegaram com força, mostrando para que vieram e prometem, juntamente com uma rede formada por pesquisadores, investidores e empresas, avançar consideravelmente para a proteção da vida em alto mar.

Ao automatizar os processos de pesquisa, os dados coletados são previamente validados e rapidamente disponibilizados para análise, minimizam-se os erros ocasionados por processos manuais e se tem maior precisão na localização por conta das informações geoespaciais que estes instrumentos permitem.

Outro grande potencial destas ferramentas está na possibilidade de se agrupar um contingente variado de dados aos formulários, seja por imagens, documentos ou outros arquivos, para o posterior acompanhamento destes estudos.

Fato que favorece uma análise muito mais criteriosa e exata das condições encontradas. E com isso também, decisões mais oportunas e ações mais rápidas e eficazes a favor da saúde dos ambientes marinhos e de toda a humanidade.


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